quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

"Ricardo de Araújo Pereira E PLURIBUS UNUM"


Aqui fica também a minha vénia :)

Rui Unas (versão "Não me toca" de Anselmo Ralph)

Queridos Amigos, season greetings!
 

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Os (novos) 10 Mandamentos!


Neste pseudo reinício do nosso blog, nao resisto a colocar um vídeo, especialmente dedicado aos mais ambiciosos de vós (sim, vcs sabem a quem me refiro.... lol), que inclui uma série de conselhos, totalmente adequados aos dias que vivemos e que são garantia de SUCESSOOOOOO!

Perguntam vcs "pq é que ele postou esta cagada ????"
..... foi pq alguém sugeriu que eu seria ateu!!!! :)





terça-feira, 6 de janeiro de 2009

As apostas

Pergunto-me o que leva alguém a apostar de forma sistemática contra o seu clube. É que não é nada fácil, isto se partirmos do princípio que se é mesmo daquele clube. Agora se não for assim, então tudo faz (mais) sentido... E normalmente o ser humano tende a encontrar e a entender melhor as explicações que, para si, fazem mais sentido.

Efectivamente, o medo do desconhecido é algo que sempre acompanhou o ser humano ao longo da sua história. No entanto, as mais ilustres figuras históricas não o são porque tenham tido medo do desconhecido. Antes pelo contrário! Foi a vontade de, quando se está à beira do abismo, dar o salto em frente. Essa é uma característica dos iluminados, génios, predestinados, ou o que quer que lhes chamem.

No entanto, unir este característica ao reconhecimento público ou dos seus pares é algo muito difícil. Daí que vulgarmente se diga que os grandes génios são, de forma geral, incompreendidos... Unir ainda este reconhecimento à recompensa material é algo totalmente inatingível para o comum dos mortais! É de mestre! Ou melhor ainda, é digno de alguém ao nível de um mester Yoda!

Que a força esteja convosco!

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Ajuda aos Pobres ... Bancos

Caros, fiquei com curiosidade de saber a vossa opinião acerca das declarações do bastionário da ordem dos advogados que comentava que não entendia o porquê dos bancos terem que ser salvos ao contrário do que aconteçe com outras empresas.

Vocês são publico ideal! Um advogado; um quadro da Banca; Um Mestrado em contabilidade e um Engenheiro Gestor.

Curiosamente a minha primeira impressão é que realmente os bancos têm, na nossa organização social, um papel muito importante. Eles são quem financia a nossa economia; são os fiéis depositários das nossas poupanças e, como tal, os pilares da confiança que todos nós depositamos na nossa sociedade. Por outro lado são organizações com uma gestão; investidores e empregados que deverão ser tratadas como tal, logo com consequências para os actos de incompetência e irresponsabilidades.

Não sei, tenho que reflectir melhor sobre isto mas gostaria de obter algus argumentos vossos para me ajudar a pensar!

Abraços

Código de conduta

Devem recordar-se que se falou em criar um código de conduta para este blogue. Essa sugestão só pode ter vindo de quem não acredita na auto-regulação...

Bem, não me sinto em condições para criar um código de conduta, tendo como alvo um espaço de liberdade criativa como este blogue, ainda para mais sabendo que a qualidade dos intervenientes é inquestionável e que todos saberão manter um nível elevado nas intervenções.

Deixo aqui, não um código de conduta, não um conjunto de princípios, mas apenas uma ou outra sugestão, provenientes da observação do conteúdo deste blogue destes últimos dias.

Por exemplo, não deveriam ser mencionados nomes próprios. Por outro lado, os comentários aos posts iniciais nunca deveriam exceder (em extensão) o conteúdo visado. As referências que permitam a identificação directa dos próprios ou de terceiros devem ser feitas com parcimónia. Seria conveniente que todos os intervenientes tivessem ainda uma produção de conteúdos estável, de modo a alimentar este blogue e fazer jus ao espírito do inconformadíssimo fundador.

Até sempre!

domingo, 28 de dezembro de 2008

Produtos substitutos

Penso que estão familiarizados com a noção de produtos substitutos.

Tenho uma dúvida que, quem sabe, algum amigo inconformado mais versado nas questões de marketing poderia desfazer. Os produtos de 1ª necessidade, não têm produtos substitutos, pois não? Ou será que têm?

Bem, adiante. Na minha opinião, quando recorremos a um produto substituto, o grau de satisfação não é pleno. Assim sendo, um Jaguar nunca poderá substituir um Aston Martin, da mesma forma que a Floribela nunca chegaria aos pés da Xuxa.

Exercitemos um pouco mais a nossa mente (vá lá, não sejam preguiçosos). Um Natal não substitui uma reunião de família; uma agressão verbal a um árbitro não substitui a alegria dos 3 pontos; 20 palestinianos não substituem 2 israelitas (na realidade, são precisos muitos mais, está o Bush a pensar); o consumismo não substitui o afecto.